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“Em função das eleições, vamos ver se o OE vai ser executado como está ou se vai ser alterado”
Pedro Fugas da EY deixou também um apelo ao Governo que vier a ser formado após as eleições: deve promover a “estabilidade fiscal” e assegurar uma “estratégia de crescimento sustentável e de longo prazo”.
“Not So” FASTER – a nova iniciativa fiscal de âmbito europeu que “baralha e volta a dar”
Após meses de discussão, o Conselho Europeu acordou na redação preliminar da Diretiva FASTER, apresentada pela Comissão Europeia em junho de 2023 e que visa a criação de um sistema comum de maior celeridade no reembolso de imposto retido na fonte devido pelo pagamento de dividendos e juros relativos a instrumentos financeiros negociados em bolsa. Focada no mercado de capitais, a iniciativa acaba por deixar de fora atores fundamentais no mercado único Europeu, como as empresas “regulares” pecando, desse modo, pela definição de um público-alvo que tem já à sua disposição um conjunto de mecanismos que garantem um resultado similar.
Tributação mínima: Portugal em ritmo de última hora?
Portugal enfrenta um processo de infração da União Europeia por não transpor a Diretiva sobre tributação mínima de multinacionais. Conseguirá cumprir o prazo?
Uma economia planetária para pessoas
O desenvolvimento sustentável faz-se do equilíbrio entre a promoção do bem-estar social, a preservação do ambiente mas sempre assegurando o crescimento económico indispensável à manutenção das nossas sociedades. Tecnologia e transição, ao serviço do aqui e do agora e do amanhã. Um planeta de e para pessoas, um planeta que estará cá mesmo depois de nós, pelo que a sustentabilidade não pode nem deve continuar a ser um chavão eminentemente conectado com ambiente mas antes com a preservação da nossa própria espécie. Vamos a isso?
A localização e tributação dos rendimentos perante os desafios de uma economia global e digital
O fenómeno da globalização e a democratização do uso da tecnologia numa era cada vez mais digital veio trazer novos desafios em matéria de tributação no contexto dos negócios comerciais internacionais.
O “Easy Tax” nasce de uma parceria entre a EY e o Jornal Económico, que pretende abordar, de uma forma simples e intuitiva, os temas fiscais mais relevantes da atualidade nacional e internacional. Pretende-se que o leitor aceda a conteúdos técnicos de uma forma rápida e que também possa ler a opinião de especialistas sobre temáticas atuais e relevantes.


Sabemos ainda que ao falar de impostos, todos querem antecipar, na medida do possível, qual o valor que será devido e por isso trazemos igualmente para esta plataforma vários simuladores de cálculos de impostos que podem ajudar os leitores do Jornal Económico nesse exercício.


Com esta parceria, a EY incorpora o seu propósito global de construir um melhor mundo de negócios (que resulta do lema internacional: “Building a better working world”).

EM DESTAQUE
O Guia Fiscal 2022 da EY resume as principais normas do regime fiscal Português tal como ele deverá estar em vigor a partir de 1 de janeiro de 2024. O conteúdo baseia-se na legislação publicada em 2023, e foi elaborado pelos profissionais de fiscalidade da EY em Portugal. A EY é uma das principais organizações de prestação de serviços profissionais que conta com profissionais especializados em fiscalidade em mais de 150 países.
/ 02 Out 2023
Disclaimer

Na preparação deste Guia, foram feitos todos os esforços para poder oferecer informação correta, clara e atual. Todavia, a informação contida neste texto pretende apenas providenciar informação de orientação geral. A publicação é distribuída pela EY, a qual não é responsável pelo resultado de quaisquer atos ou ações decididas ou tomadas unicamente com base na informação desta publicação.

A EY não pretende através desta publicação dar conselhos de natureza legal, fiscal, financeira ou contabilística. Os leitores são encorajados a consultar profissionais no intuito de obter aconselhamento antes de tomar qualquer decisão.

A informação desta publicação deve ser usada como uma ferramenta de pesquisa apenas, e não no lugar da pesquisa a cargo de consultores fiscais com respeito a assuntos dos seus clientes.